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5 dicas para conduzir até às estâncias de esqui

1. Que suporte de esqui é melhor?
Instalação no tejadilho, magnético, com montagem em roda ou para gancho de reboque. Existem quatro tipos de suportes de esqui, que se adaptam a diferentes necessidades. O magnético, por exemplo, é uma boa solução para esquiadores ocasionais, pois é muito fácil de instalar, mas com ele não é aconselhável ultrapassar os 90 km/h e é menos seguro em caso de acidente.  O suporte de teto e o suporte de reboque são os mais práticos para quem está acostumado a esquiar nas encostas. O SEAT Tarraco tem ambos os tipos, que podem transportar até 6 pares de esquis ou 4 snowboards. "Se optarmos pelo tipo montado no telhado, as pontas dos esquis devem estar viradas para trás", explica Jordi Gené, especialista em condução e amante do desporto.
 
2. E no interior, podemos transportá-los?
Sim, e a mala é um aliado perfeito neste caso. Os aficionados que tenham um veículo com banco traseiro rebatível podem transportar os seus esquis ou pranchas de snowboard no interior, sempre na sua bolsa específica e ancorados ao veículo. "Deixá-los soltos pode representar um grave perigo para os ocupantes, pois num acidente a 50km/h, um esqui de 5kg mal posicionado pesará 150km", adverte Gené.
 
3. Como se deve transportar o material restante?
O resto dos equipamentos também devem ser bem colocados no porta-bagagens. Os itens mais pesados, tais como botas, devem ser colocados no meio e no fundo para evitar que se desloquem. Itens mais leves, como capacetes e bastões, devem ser colocados por cima, mas não na parte superior da chapeleira, pois podem ser projetados em caso de travagem ou acidente. Jordi Gené lembra-nos outro elemento que não pode faltar no porta-bagagens, no caso de não se utilizar pneus de neve: "As correntes devem estar sempre à mão, para perder o mínimo de tempo possível em pé na estrada em caso de neve".
4. E se for necessário mais espaço? 
A solução chama-se baú. A principal vantagem é que liberta espaço à bagageira, ao passar o material para o tejadilho do veículo. Devido à sua largura, pode levar o resto do material consigo, além dos seus esquis e pranchas. E lembre-se: optar por um perfil baixo, como o do SEAT Tarraco, vai alterar menos a aerodinâmica do carro e, consequentemente, o consumo de combustível.
5. É necessário conduzir de maneira diferente?
Todos estes elementos (suporte de esqui, baú, porta-bagagens cheio...) condicionam a condução. E por isso temos de ser extremamente cuidadosos. Em primeiro lugar, antes de sair, é fundamental verificar se a pressão dos pneus é a correta para o nosso carro com peso. Em segundo lugar, "devemos ter em conta que com o veículo carregado, o tempo de travagem aumenta, pelo que devemos deixar mais distância de segurança", avisa o especialista em condução.
 
Por outro lado, com neve na estrada, é necessário tomar todas as precauções e antecipar situações de baixa aderência, tais como humidade ou gelo no asfalto. É muito importante ter o depósito cheio, já que "em caso de avaria ou qualquer incidente, podemos usar o aquecimento até que a assistência chegue", explica Gené. E um último conselho: conduzir sem casaco, para ter a liberdade de movimento ideal para poder reagir em qualquer circunstância.
 
5 pistas que não pode perder

  • Chamonix Mont Blanc (França)
  • Val Gardena (Itália)
  • Saas Fee (Suiça)
  • St. Anton am Arlberg (Áustria)
  • Baqueira – Beret (Espanha)
 
E os companheiros de viagem perfeitos
  • SEAT Tarraco: Este SUV possui o modo Snow driving, que o ajudará a conduzir em estradas com neve, com toda a segurança. Tem também uma bagageira de 760 litros com 5 lugares e uma bagageira de 700 litros com 7 lugares.
  • SEAT Alhambra: Pela sua versatilidade, dinamismo e tração às quatro rodas.
  • SEAT Ateca: Os seus sistemas de tracão às rodas dianteiras ou a todas as rodas são a chave para uma condução segura, especialmente em condições de neve e mau tempo.
 
 

27-12-2019